Grupo de convivência 60+ é muito mais do que música: Um espaço para criar amizades, estimular a mente e viver melhor.
Contribui para a manutenção e/ou promoção da qualidade de vida dos idosos a partir das experiências musicais e das relações sociais formadas a partir da música (OMS, 2015; BRUSCIA, 2O16).

O que é e por que Musicoterapia?
De acordo com dados do IBGE, até 2030 o Brasil será o quinto país com mais idosos no mundo, e, até 2050, 30% da população brasileira será idosa.
A musicoterapia é um tratamento não farmacológico e econômico, aplicado por um musicoterapeuta qualificado que utiliza intervenções musicais baseadas em evidências.
Conta com 3 agentes: o(s) participante(s), o musicoterapeuta e as experiências musicais, sendo a última, intermediadora no estabelecimento da relação terapêutica e na comunicação para atender às necessidades do cliente em suas dimensões físicas, cognitivas, emocionais, sociais e espirituais.
No campo da gerontologia, a musicoterapia atua na manutenção e/ou promoção da capacidade funcional do idoso. Compreendida como resultado da interação entre a capacidade intrínseca (mental, física, cognitiva) e o ambiente (físico, sonoro e social).

Objetivos a serem trabalhados:
Regulação Emocional
Expressão Emocional
Estimulação Cognitiva
Efeitos Fisiológicos
Socialização
Motricidade
O que pensa sobre o uso da música para desenvolver uma atividade em grupo?
Maria, 74 anos.
Nilva, 74 anos.
Nilta, 74 anos.
Desenvolvido por quem vive a música na prática — e entende como ela transforma vidas.
Prazer, sou o Vítor Grochocki. Músico, musicoterapeuta e professor, formado em Musicoterapia pela Faculdade de Artes do Paraná, licenciado em Música pela PUC-PR (premiado como melhor aluno do curso), e especialista em Neurociência e Aprendizado (PUC-PR). Atualmente aprofundo minha clínica enquanto pós-graduando em Musicoterapia na Gerontogeriatria pelo Centro Biomédico da Música (ICBM), conduzindo atendimentos individuais, grupos de convivência (CEDIVIDA) e em instituições de longa permanência (ILPI’s), compreendendo não apenas como intervir, mas principalmente como o cérebro processa a música e é estimulado por ela.

